21 Fev 2020

Educadores devem pensar no futuro para impactarem a educação no presente

A Futurista Jaqueline Weigel afirma que crianças e adolescentes já estão prontos para os novos formatos educativos e cabe aos gestores e professores planejar uma educação inovadora

Metodologias educacionais diferentes e formas de aprendizado inovadoras estão em discussão no mercado, mas existe um grande entrave para que elas sejam colocadas em prática: o mindset de muitos profissionais que atuam diretamente com a área. Os jovens estão prontos para os novos modelos, enquanto muitos educadores ainda resistem.

 

Segundo Jaqueline Weigel,  futurista e CEO da W Futurismo, o primeiro hub de Estudos de Futuros do Brasil, é necessário ajudar os professores a se reinventarem. Ela explica que a educação está passando por um processo de disrupção passivamente, mas isso precisa ser um movimento inteligente, planejado, estruturado, que vai muito além de uma onda tecnológica. “As escolas devem formar pessoas melhores para o mundo, pensadores, altruístas, que lutam pela sociedade, capazes de gerenciar e conviverem em grupo, que se importam com o planeta e não apenas gênios em matemática. Essa é a nossa grande missão como educadores”, diz.

 

A especialista defende que projetar futuros torna as pessoas  capazes para lidar com tudo que pode acontecer ao seu redor, inclusive fatos que não são possíveis de se prever. A ideia é criar cidadãos mais qualificados para pensar no futuro, mas agir no presente.

 

“Os gestores educacionais devem abrir mais espaço para as coisas novas. Muitos ainda estão com a cabeça em um mundo velho, tentando dominar um espaço que agora é possível ser compartilhado”, diz. Para isso, segundo Weigel, eles precisam ser os primeiros a se alfabetizarem para essa realidade, estudando novas metodologias e entendendo a importância de pensar no futuro escolar. “As crianças não querem mais nada do que está sendo oferecido, a escola não é mais um lugar atraente e não tem mais um diferencial, porque o conhecimento está em toda parte. Assim como os jovens estão questionando se vão investir tempo e dinheiro na universidade, pois procuram também lugares de socialização, de troca e de convívio humano”, afirma.

 

Para Weigel, os gestores da educação precisam olhar para o aluno como um cliente e ver qual é a experiência que estão oferecendo. A escola não pode pensar mais no que ela quer e sim no que o aluno precisa. Muitos ainda tentam manter a qualquer custo o que existe, mas é necessário baixar a guarda para criar e experimentar novas coisas para que a educação seja cada vez mais eficaz.

 

Jaqueline Weigel irá discutir o tema “A Educação no Novo Mundo” no GEduc 2020.

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